Pinaúna Editora

MANI_FESTA

A Literatura para novos movimentos e expressões

Estimulando desordem da ordem falida nas arraigadas estruturas mentais, impulsionando a desorganização de velhas formas do sistema

Para a emergência de novos e outros referenciais

Outras letras, outras escritas, outras palavras, cenários, personagens, outras subjetivações

Para que o que for vida e, por isso mesmo, fonte de inspiração, ponto de inflexão, desejo de expressão, sirva-se deste veículo, o livro, que não deve ser privilégio de poucos, o que tem sido instituído em terras brasiles

Publique-se e registre-se! Narrativas cada vez mais diversas…

E que assim circulem e cheguem aos leitores que se interessem pelas pluralidades e aos novos que estes conteúdos devam conquistar, e ainda mais aos que possam espelhar

O livro não valida a literatura

A literatura valida o livro

O livro não é a finalidade da literatura

Como bem expressam os movimentos periféricos com os Saraus, os Slams e todos os precedentes da literatura oralizada, os repentes, os cordéis, os raps…

Que o diga a memória oral das culturas africanas, dos povos indígenas, das estórias inventadas para as crianças dormirem…

O livro é objeto cooptado

Tornado de diferenciação e símbolo de poder

Mas, ainda que historicamente restrito no seu potencial propulsor da imaginação, do contraponto, das ideias e dos ideias para muitxs, é, sem dúvida, desde sempre, instrumento emancipador das mentes humanas, tem o seu lugar de sagrado, da memória e da força de disseminação

Então nos apropriemos. Nós, outres, acendamos a fogueira da revolução literária… ELES fizeram mal uso da chama, queimaram os livros, por medo da subversão…  Mas não apagam a resistência!

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